Affffff Maria minha princesa ... a mamãe te ama de coração ... mas tem dias que é brabo de aguentar ... só jesus mesmo pra me dar mais e mais paciência, porque por várias vezes acho que vou explodir ... rááááááááá!!
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| Imagem tirada da net |
Espero que seja só uma fase e que esta fase passe logo. Bem você me deixou mal acostumada viu, sempre foi muito comportadinha, mansinha e receptiva para o que dizemos... mas de uns dias pra cá ... ai ai ai ... é só Birra! Birra! Birra! ... Não tá dando pra te reconhecer ... cadê aquela princesa doce e boazinha que a mamãe tá com saudade?? hehehehe. Agora estou meio aflita sem saber o que fazer e como agir... Ufa!!! Mas não vai dar mole não ... você precisa entender quem tem que obedecer a quem e ponto final.
Quando você sisma com alguma coisa, sai debaixo ... bate o pé grita e abre o bocão num chororô sem fim. (que na maioria das vezes não se vê uma lagrima se quer). Tenta de todas as formas conseguir o que deseja, que normalmente são coisas que obviamente não pode fazer, ou pegar ou usar, ou comer fora de hora etc ... quando entende que não consegue comigo, já chama: "Papaiiiiiiiiii" ... abrindo os bracinhos e correndo pro pai, e como combinamos que quando um decidir uma coisa o outro não pode interferir (mesmo que no momento não concorde com o que foi decidido), temos que fechar e concordar com o outro para ela entender que tem que respeitar o que é dito. E quando você percebe que não vai conseguir nem com a mamãe e nem com o papai o que deseja ... sobra pra quem? Pra Duda e pra Clara ... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ... você sai gritando pela casa, e normalmente elas se assustam com seu berro e sai correndo porta à fora.
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| Imagem tirada da net |
Acho que tem a necessidade de extravasar e descontar em alguém sua fúria ... uauauuauauaua .. tadinhas das gatinhas ... já são bem idosas e precisam de sossego né filhota?! (Espero que elas ainda estejam com a gente quando você ler este post). Depois que passa a furia, você finalmente entende o recado e eu pra fechar o assunto, chego perto de você e pedindo pra você olhar nos meus olhos, explico que esse não é um comportamento legal e nem bonito para uma linda princesa e que você precisa ouvir e obedecer quando a mamãe ou o papai disser algo pra você fazer ou deixar de fazer ... e com os olhinhos mais lindos do mundo e uma expressão de quem está entendendo absolutamente tudinho ... você passa as mãozinhas no meu rosto e fala: "Diculpa mamãe" ... ainnnn ... me derreto todinha ... rsrs ... porém firme e forte digo que te desculpo, peço um beijo e um abraço e fica tudo bem, como se nada tivesse acontecido.
A Jo Jo ia ficar orgulhosa de mim!!! Hahahahahahahaha ... sempre assisti seus programas, mesmo antes de você nascer ... e tudo o que ela fala e ensina me ajuda e muito ... sempre. Sigo a risca e tem dado certo... tanto a rotina do sono, que é um sucesso desde que você tinha 3 meses de vida ... quanto com as danadas das birras ... que tem horas que dá mesmo vontade de gritar: " Socorro Jo Jo" ... hehhehhehehehe
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| Jo Frost - Super Nany |
SOBRE A BIRRA
Segundo a educadora Cris Poli, a Supernanny do programa de televisão brasileiro, a birra é uma maneira de a criança expressar o que quer ou não quer, e faz parte do seu desenvolvimento. E mesmo que os pais ensinem aos poucos a forma mais adequada de se colocar perante ao mundo, as birras vão acontecer, não tem jeito. “Os primeiros sinais de mau comportamento começam a aparecer na primeira infância, a partir dos 18 meses, e ficam mais evidentes em crianças com mais de 2 anos e meio. A birra é conseqüência da falta de limite. Se os pais não definirem nenhum tipo de limite, terminarão com crianças que não sabem se controlar”, completa a babá inglesa Jo Frost, a Supernanny do programa norte-americano.
A fonoaudióloga Carmen Carbone, 37 anos, é mãe da Renata, 3 anos e 10 meses e reconhece a birra no choro (algumas vezes acompanhado de berros) que vem depois do “não”. “Considero um teste de força e paciência para ver quem vai ceder primeiro”, relata. Segundo a especialista em comportamento infantil Patrícia Brum Machado, autora do livro Estabelecendo limites (editora Mediação), os pais acabam reforçando o comportamento ao cederem. “A criança fica condicionada e aprende que toda vez que fizer birra vai ganhar o que quer”, explica. Por isso, a técnica comportamental mais eficaz, de acordo com a expert, é deixar o pequeno se debater e chorar a vontade, até que perceba que as conseqüências de tanta cena não serão positivas. “Quanto mais cedo os pais procederem dessa forma, mais fácil se torna a extinção da birra”, acrescenta.
Na prática
“De 0 a 2 anos, é difícil estabelecer regras pra que o pequeno aprenda, memorize e obedeça. Nesta idade, o ideal é falar que não gosta de determinado comportamento e que ela não precisa se jogar no chão. Mostre com a expressão do rosto e a voz firme que você desaprova, afinal a criança entende mais a linguagem de expressão e o tom de voz”, aconselha Cris Poli.
A partir dos 2 anos, os pequenos já têm condições de entender o que são regras, então chegou o momento de dizer com todas as letras “não pode gritar, nem chorar sem motivo, se debater ou bater nos outros”. Carmen, a mãe de Renata, diz que agora, perto dos 4 anos, ela já entende melhor e é possível dialogar e explicar os porquês de não poder ficar sem lavar o cabelo, descer para o parquinho do prédio à noite, ganhar o brinquedo novo... “Finjo também que ela não está chorando, mantenho o sorriso e mostro que quem está no comando sou eu. Agora (depois de muita birra!) ela percebeu que chorando não vai conseguir nada”, conta.
Determine as regras para ensinar o comportamento adequado de maneira tranquila e racional, para que a criança assimile gradativamente. “A parte visual ajuda a visualizar, portanto desenhar as regras estabelecidas pode ser um aliado!”, complementa Cris Poli. Jo Frost explica que tudo isso deve ser feito a partir do primeiro ano. “Porém é possível reverter o quadro, se a birra é constante e os pais já cederam algumas vezes. Neste caso é importante introduzir técnicas básicas de disciplina aliada a uma nova rotina e a um conjunto de regras domésticas, com muitos elogios e incentivos”, diz. Ou seja, dê os parabéns cada vez que um bom comportamento brotar no lugar da birra. No bom relacionamento entre pais e filhos, há amor e respeito de ambas as partes. E todas as entrevistadas colocam esta regra em primeiro lugar.
Dicas práticas
- Estabeleça regras. E se elas não forem cumpridas, dê uma advertência pra que ela saiba que está fazendo errado. “Este aviso permite que a criança mude o comportamento, sem necessidade de ser disciplinada”
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- Se a criança continuar desobedecendo, mande para o cantinho da disciplina (por um minuto por ano de idade, afinal mais do que isso ela dispersa e o efeito não é o mesmo) pra refletir sobre o que não cumpriu. Segundo as especialistas, este método não é castigo, ensina a criança a controlar as birras e aprender a lidar com o sentimento de raiva por não conseguir o que ela quer. Use-o até os 10 anos de idade.
- A criança fez escândalo em público? Separe do grupo, leve para um cantinho e dê advertência. Se ela não parar, mande para o cantinho da disciplina assim que chegar em casa. “É um processo que requer paciência, dedicação e calma”, É fundamental manter a calma nessa hora e diminuir a platéia.
- Corte aquilo que ele gosta, quando o “momento de reflexão” não surtir mais efeito. Tire o computador, a brincadeira na rua, o desenho preferido... Para que ele aprenda a se comportar e reconquiste tudo por meio do cumprimento de regras.
- Use tom de voz firme e baixo ao dizer não.
- Evite a raiva: não grite, nem bata, ameace ou castigue. Introduza o diálogo depois do choro. “As explicações se fazem oportunas assim que a crise cessar”. Seja firme, sem punir.
- Identifique os comportamentos inadequados e ensine melhores formas, deixando claro de qual jeito você quer que o seu filho se porte. “Mas pense também nas preferências e particularidades dele, deixando-o fazer escolhas na medida do possível”.
- Sirva de modelo, não reforce o comportamento agressivo com as suas atitudes. Mostre interesse na vida e atividades do pequeno, separando um tempo exclusivo para conversa e brincadeiras.
- Entre em acordo com o pai. Os dois precisam ser coerentes e ter a mesma postura perante os acessos de birra.
- E o mais importante: imponha limites.
(Reportagem do site Delas - Saiba mais)
Pena que a Jo Jo não está por perto ... mas seus ensinamentos são preciosos... e agora cabe a mim, e a todas nós mamães aprender também a lidar com essas técnicas na prática, por que na hora H o buraco é bem mais embaixo né não??!!! Mas com fé, força e persistência vou conseguir acabar com essas birras e voltar a ver a minha princesa linda e bem comportada de sempre.
E vocês amigas, já passaram ou estão passando por isso? Contem ai e se se tiver, passa pra cá algumas dicas ... hehehehe .. Beijos ...
Roberta Aquino - Fã número um da princesa